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sexta-feira, 17 de abril de 2015

Bleach (Animê/Mangá)

Sinopse: Em Bleach, Ichigo Kurosaki é um adolescente de 15 anos que consegue ver espíritos (I see dead people) e volta e meia tenta ajuda-los. Um dia uma garota vestida de preto entra em seu quarto  e diz ser uma shinigami, além de dizer estar surpresa por Ichigo poder enxerga-la. Durante isso, um Hollow (espirito corrompido, que por estar corrompido se transforma em um monstro ¬¬) ataca o lugar e a shinigame se machuca protegendo Ichigo. Ela se apresenta como Rukia Kuchiki e diz que para derrotar o Hollow, ele terá que virar um shinigame. O processo dá errado e Rukia acaba transferindo toda sua energia para Ichigo que derrota o Hollow mas terá que arcar com as consequências .

Opinião: Bleach é repleto de lutas e de ação, alguma comédia e um pouco de drama. É um animê/mangá extenso (366 episódios / 623 capítulos <-- ainda sendo lançado na data deste post) e apesar de contar com um enooooooooooooooooorme número de fillers no anime ainda tem muita história e conteúdo relevante. Resumindo: se você não se importa em começar um animê/mangá grande, curte lutas com poderes e espadas e não se importa em assistir ou pular fillers, pode assistir que está mais do que recomendado o/.

PS. Esse anime nos mostra o que pode ser o maior caso de uma preocupante sindrome que para os menos atentos pode ter passado despercebida: Orihime sugiro pesquisar sobre Sindrome de Estocolmo e cuidar com quem vc cura nas proximas vezes que for sequestrada ( na duvida, caso a pessoa queira matar seus amigos e ajudar um maniaco assassino a dominar o mundo, não cure... Sério!).

NOTA: 9,5

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Capô o/

sábado, 11 de abril de 2015

The Gamer(Manhwa)


Sinopse: The Gamer é um manhwa** que conta a história de Han Jee-Han (e você achando que Kurapika era um nome estranho... aaah, a quem quero enganar. Olha isso cara, kurapika. A mãe dele devia odiar muito ele, pqp) um garoto coreano de 18 anos de idade, aparente normal. Porém um dia ele acorda e ganha a habilidade "the gamer" que faz com que tudo a sua volta se comporte como se fosse um jogo, pessoas tem leveis que são mostrados em cima de suas cabeças, ações repetitivas podem se tornar skills e pedidos podem virar quests.
**Tipo um mangá, só que coreano. Procure no google para uma explicação mais detalhada.

Opinião: Admito que fiquei relutante no inicio, nunca tinha lido um manhwa antes e não sabia o que esperar, sem contar que existem inúmeros mangás/animes que tratam desse tipo de história. Mas após começar a ler não consegui mais parar, por mais que seja um estilo já defasado The Gamer conseguiu o encaixar de um modo positivamente diferente. Ele não tem uma trama trabalhada, um mistério foda para ser descoberto ou um objetivo que almeja alcançar. Até o capitulo atual (82 traduzido em ing) a história gira em torno de um rapaz comum que era viciado em jogos e conseguiu poderes que transformaram sua vida em um. Pode parecer simples, mas é o suficiente para você rir, conseguir momentos de "WOOOOOOOOW, QUE FODA MANO", momentos de wtf, e ler algo que não seja tão pesado quanto os dramas forçados dos animes/mangás/manhwas de hoje em dia.

Recadinho do Capô o/: Então galera, a gente ficou um tempão sem postar (voltamos semana passada), porém estamos com muitas idéias para "apimentar" o blog e caso vocês tenham algum pedido, dica, sugestão, crítica ou só quiserem comentar algo, podem falar que a gente escuta. Como diria um velho sábio de nosso país "o barato é louco e o processo é lento". Até o próximo post e bom(a) dia/tarde/noite para você.

NOTA: 9,0


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Capô o/

segunda-feira, 6 de abril de 2015

Destino

               O ar estava árido, as árvores mortas e a felicidade mergulhada em trevas. Era este o lugar onde um homem magro de cabelos escuros e vestindo um smoking preto se encontrava preso, lugar este que se assemelhava a um deserto porém ao invés de um sol escaldante havia cinzentas nuvens sobrevoando o céu, cinza este que se refletia no áspero solo daquele local. Em sua frente existia um estranho rio de onde águas obscuras surgiam carregando cadáveres em seu percurso. Por impulso, ou talvez por algo maior, suas pernas o levaram até a beira do rio.
               – Mergulhe e aceite seu destino. – falou uma tenebrosa voz vinda de trás do homem. Quando olhou para trás seu corpo paralisou e o medo consumiu sua mente no momento em que avistou o possuidor de tal voz, era uma criatura esquelética e pálida com o corpo semelhante ao de um humano e seu rosto e corpo eram cobertos por um manto negro.
               – Quem é você? – Do que você está falando? – perguntou.
               – De sua atitude, tentando me evitar. Você sabia que eu viria, mas mesmo assim se utilizou de sua inútil esperança para me manter afastado, como pode ver, nem as “incríveis” tecnologias criadas por vocês puderam me deter... Por quê? Porque você ainda foge, ainda acredita que pode ser livre, sabendo que para onde irá existe apenas sofrimento e trevas. Seus pecados estão selados assim como sua vida, o que fizer a partir de agora de nada lhe servirá, seu destino foi traçado e agora apenas lhe resta aceita-lo. – disse o estranho ser.
               – Não consigo entender. Que lugar é este? O que aconteceu? E principalmente, quem é você?
               – Quem sou você já sabe, mas o que precisa entender é que tudo o que você faz tem consequências e não importa o quanto tente, nada do que fez poderá ser esquecido ou mudado. As pessoas que morreram, foram torturadas ou se feriram por sua causa, lhe atormentarão pela eternidade, seu corpo se tornará o brinquedo destas almas e a sua mente um quebra-cabeça que no qual irão montá-lo e desmontá-lo ao seu bel prazer. E como já lhe disse antes, não há salvação, não há saída e principalmente, não há esperança.
               – Você nunca fará isso comigo. Nunca! – esbravejou o homem.
               – Olhe a sua volta. Para onde deseja correr? O que irá fazer? Aceite logo a verdade e pare de agir como se ainda fosse criança. Você não tem voz aqui e muito menos a ajuda de seus entes.
               O homem desorientado, sem saber mais no que acreditar fita seus olhos no rio e começa a relembrar todos os atos que acometeu até o momento. Refletiu sobre seus erros, erros estes que nem as pessoas mais compreensíveis poderiam perdoar. No mesmo instante o seu reflexo começou a se desfigurar e em seu lugar apareceu à imagem de um monstro, tão horrível quanto os demônios mais tenebrosos do inferno.
               – Esse sou eu? Essa é minha verdadeira forma? – questionou o homem.
               – Finalmente você entendeu. – disse o ser esquelético. – Percebeu quem você realmente é, porém vejo que ainda não compreendeu por completo quem eu sou. Olhe para mim. – falou a criatura ordenando o homem. No momento em que olhou para o ser, a criatura levantou a cabeça em um ângulo que seus olhos avermelhados e macabros pudessem ser vistos. – Eu sou a Morte. Eu sou seu julgamento.

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R.F.Jorck

sábado, 4 de abril de 2015

#1 Prólogo do Fim




Sempre fui um cara bastante decidido quanto ao significado de justiça. Também sempre acreditei que as leis brasileiras não fazem jus ao seu mais pleno proposito. O que não é algo tão extraordinário, tendo em vista todos os casos de desvio de verba pública e o fato de que cada vez mais bandidos não se importavam em serem pegos e irem para a cadeia. Também pudera... para alguém que precisa diariamente roubar para sobreviver, ir para um lugar onde lhe dão comida e moradia de graça (além da área com o melhor sinal de celular da cidade), não parece um mal negócio. E ainda há a possibilidade de aprender novos truques ou fazer parcerias com os outros detentos. E ainda tem gente que pergunta porque existe tanta criminalidade por aqui, hahaha, tolos alienados pela mídia do pão e circo...


 Porém foi depois de uma série de eventos que ocorreram na minha vida, que resolvi fazer alguma coisa sobre isso. Sair dessa zona de conforto, chamada tolerância, em que muitos se escondem. Essa mesma que faz com que grande parte do país aceite que todos os dias sejam roubados pelos engravatados de Brasília e dar aquele discurso, de como uma pessoa comum não mudaria nada contra poderosos e inatingíveis corruptos. Ou mesmo ser assaltado enquanto vai ao trabalho e ter que decidir entre ir trabalhar ou ser repreendido por faltar e ir dar queixa. Não posso falar muita coisa, não fui diferente até ser totalmente humilhado e destruído. Até ser jogado contra a parede com tal força que fez de mim não sobrar nada. Mas se não fosse por isso eu não estaria onde estou agora. Quando você tira muita coisa de algo a ponto de deixar esse algo cheio somente com o nada, você abre espaço para que o nada se encha novamente